6ºs ANOS.
Elabore um texto narrando de que forma surgiu Roma.
Sua origem mitológica e histórica.
14/10/2014
10/10/2014
A era do rádio no brasil
Fundada em 1936, a Rádio Nacional (AM 1.130 kHz) ocupa até hoje os três últimos dos 22 andares do edifício do jornal A Noite, no coração da praça Mauá, Rio de Janeiro. Por seu caráter inovador, foi líder de audiência por duas décadas consecutivas. “Ela profissionalizou a rádio brasileira, antes feita na base da camaradagem. Todos os artistas, jornalistas e equipes de apoio eram contratados”, ressalta a doutora em comunicação Sonia Virgínia Moreira, que, junto com Luiz Carlos Saroldi, escreveu o livro Rádio Nacional: o Brasil em sintonia.
Para ela, a emissora foi uma “usina” da produção. Alguns programas lançaram ícones da música, como Ângela Maria, Cauby Peixoto, Marlene, ORLANDO
Silva, Emilinha Borba e Noel Rosa. Outros, grandes atores e autores, como foi o caso do humorístico Balança mas não cai, com Paulo Gracindo, Walter D’Ávila e Brandão Filho, e das radionovelas, que revelaram Janete Clair e Dias Gomes. Seriados que ficaram na memória popular, como Jerônimo, o herói do sertão, também saíram daqueles estúdios. Não bastasse, a rádio também foi pioneira no radiojornalismo, com o Repórter Esso. Tudo feito ao VIVO
.
“A Rádio Nacional serviu de base para o formato da TV brasileira. Nos Estados Unidos, por exemplo, a base foi o cinema”, compara Sonia. “Hoje, o sucesso da telenovela tem a ver com a radionovela. O mesmo acontece com as minisséries, os programas humorísticos e de auditório.” Para a pesquisadora, a força da emissora veio de sua dupla origem: estatizada por Getúlio Vargas em 1940, ela recebia verbas do governo e também da publicidade. “Essa situação persiste até hoje”, lembra.
Para Sonia Virgínia Moreira, a Rádio Nacional foi a grande responsável pela disseminação da cultura brasileira, principalmente a música, e a primeira a atingir todo o país, quando passou a operar em ondascurtas em 1942.
Fundada em 1936, a Rádio Nacional (AM 1.130 kHz) ocupa até hoje os três últimos dos 22 andares do edifício do jornal A Noite, no coração da praça Mauá, Rio de Janeiro. Por seu caráter inovador, foi líder de audiência por duas décadas consecutivas. “Ela profissionalizou a rádio brasileira, antes feita na base da camaradagem. Todos os artistas, jornalistas e equipes de apoio eram contratados”, ressalta a doutora em comunicação Sonia Virgínia Moreira, que, junto com Luiz Carlos Saroldi, escreveu o livro Rádio Nacional: o Brasil em sintonia.
Para ela, a emissora foi uma “usina” da produção. Alguns programas lançaram ícones da música, como Ângela Maria, Cauby Peixoto, Marlene, ORLANDO
“A Rádio Nacional serviu de base para o formato da TV brasileira. Nos Estados Unidos, por exemplo, a base foi o cinema”, compara Sonia. “Hoje, o sucesso da telenovela tem a ver com a radionovela. O mesmo acontece com as minisséries, os programas humorísticos e de auditório.” Para a pesquisadora, a força da emissora veio de sua dupla origem: estatizada por Getúlio Vargas em 1940, ela recebia verbas do governo e também da publicidade. “Essa situação persiste até hoje”, lembra.
Para Sonia Virgínia Moreira, a Rádio Nacional foi a grande responsável pela disseminação da cultura brasileira, principalmente a música, e a primeira a atingir todo o país, quando passou a operar em ondascurtas em 1942.
TRABALHO PARA OS 9ºS ANOS.
PRODUZA UM TEXTO SOBRE A ERA DO RÁDIO NO BRASIL.
COMO SE DEU A CENSURA NO RÁDIO BRASILEIRO?
QUAIS ERAM AS FUNÇÕES DO D.I.P.?
06/10/2014
História de Roma Antiga e o Império
Romano
República Romana, expansionismo da Roma Antiga, crise na República , Império Romano
Guerras Púnicas, gladiadores, decadência do Império Romano, mitologia romana
República Romana, expansionismo da Roma Antiga, crise na República , Império Romano
Guerras Púnicas, gladiadores, decadência do Império Romano, mitologia romana
Introdução
A história de Roma Antiga é fascinante em função da cultura desenvolvida e dos avanços conseguidos por esta civilização. De uma pequena cidade, tornou-se um dos maiores impérios da antiguidade. Dos romanos, herdamos uma série de características culturais. O direito romano, até os dias de hoje está presente na cultura ocidental, assim como o latim, que deu origem a língua portuguesa, francesa, italiana e espanhola.
A história de Roma Antiga é fascinante em função da cultura desenvolvida e dos avanços conseguidos por esta civilização. De uma pequena cidade, tornou-se um dos maiores impérios da antiguidade. Dos romanos, herdamos uma série de características culturais. O direito romano, até os dias de hoje está presente na cultura ocidental, assim como o latim, que deu origem a língua portuguesa, francesa, italiana e espanhola.
Origem de Roma:
explicação mitológica
Os romanos explicavam a origem de sua cidade através do mito de Rômulo e Remo. Segundo a mitologia romana, os gêmeos foram jogados no rio Tibre, na Itália. Resgatados por uma loba, que os amamentou, foram criados posteriormente por um casal de pastores. Adultos, retornam a cidade natal de Alba Longa e ganham terras para fundar uma nova cidade que seria Roma.
Os romanos explicavam a origem de sua cidade através do mito de Rômulo e Remo. Segundo a mitologia romana, os gêmeos foram jogados no rio Tibre, na Itália. Resgatados por uma loba, que os amamentou, foram criados posteriormente por um casal de pastores. Adultos, retornam a cidade natal de Alba Longa e ganham terras para fundar uma nova cidade que seria Roma.
Origens de Roma :
explicação histórica e Monarquia Romana (753 a.C a 509 a.C)
De acordo com os historiadores, a fundação de Roma resulta da mistura de três povos que foram habitar a região da Península Itálica: gregos, etruscos e italiotas. Desenvolveram na região uma economia baseada na agricultura e nas atividades pastoris. A sociedade, nesta época, era formada por patrícios ( nobres proprietários de terras ) e plebeus ( comerciantes, artesãos e pequenos proprietários ). O sistema político era a monarquia, já que a cidade era governada por um rei de origem patrícia.
A religião neste período era politeísta, adotando deuses semelhantes aos dos gregos, porém com nomes diferentes. Nas artes destacava-se a pintura de afrescos, murais decorativos e esculturas com influências gregas.
De acordo com os historiadores, a fundação de Roma resulta da mistura de três povos que foram habitar a região da Península Itálica: gregos, etruscos e italiotas. Desenvolveram na região uma economia baseada na agricultura e nas atividades pastoris. A sociedade, nesta época, era formada por patrícios ( nobres proprietários de terras ) e plebeus ( comerciantes, artesãos e pequenos proprietários ). O sistema político era a monarquia, já que a cidade era governada por um rei de origem patrícia.
A religião neste período era politeísta, adotando deuses semelhantes aos dos gregos, porém com nomes diferentes. Nas artes destacava-se a pintura de afrescos, murais decorativos e esculturas com influências gregas.
República Romana (509
a.C. a 27 a.C)
Durante o período republicano, o senado Romano ganhou grande poder político. Os senadores, de origem patrícia, cuidavam das finanças públicas, da administração e da política externa. As atividades executivas eram exercidas pelos cônsules e pelos tribunos da plebe.
A criação dos tribunos da plebe está ligada às lutas dos plebeus por uma maior participação política e melhores condições de vida.
Em 367 a.C, foi aprovada a Lei Licínia, que garantia a participação dos plebeus no Consulado (dois cônsules eram eleitos: um patrício e um plebeu). Esta lei também acabou com a escravidão por dívidas (válida somente para cidadãos romanos).
Durante o período republicano, o senado Romano ganhou grande poder político. Os senadores, de origem patrícia, cuidavam das finanças públicas, da administração e da política externa. As atividades executivas eram exercidas pelos cônsules e pelos tribunos da plebe.
A criação dos tribunos da plebe está ligada às lutas dos plebeus por uma maior participação política e melhores condições de vida.
Em 367 a.C, foi aprovada a Lei Licínia, que garantia a participação dos plebeus no Consulado (dois cônsules eram eleitos: um patrício e um plebeu). Esta lei também acabou com a escravidão por dívidas (válida somente para cidadãos romanos).
Formação e Expansão
do Império Romano
Após dominar toda a península itálica, os romanos partiram para as conquistas de outros territórios. Com um exército bem preparado e muitos recursos, venceram os cartagineses, liderados pelo general Anibal, nas Guerras Púnicas (século III a.C). Esta vitória foi muito importante, pois garantiu a supremacia romana no Mar Mediterrâneo. Os romanos passaram a chamar o Mediterrâneo de Mare Nostrum.
Após dominar Cartago, Roma ampliou suas conquistas, dominando a Grécia, o Egito, a Macedônia, a Gália, a Germânia, a Trácia, a Síria e a Palestina.
Após dominar toda a península itálica, os romanos partiram para as conquistas de outros territórios. Com um exército bem preparado e muitos recursos, venceram os cartagineses, liderados pelo general Anibal, nas Guerras Púnicas (século III a.C). Esta vitória foi muito importante, pois garantiu a supremacia romana no Mar Mediterrâneo. Os romanos passaram a chamar o Mediterrâneo de Mare Nostrum.
Após dominar Cartago, Roma ampliou suas conquistas, dominando a Grécia, o Egito, a Macedônia, a Gália, a Germânia, a Trácia, a Síria e a Palestina.
Com as conquistas, a
vida e a estrutura de Roma passaram por significativas mudanças. O império
romano passou a ser muito mais comercial do que agrário. Povos conquistados
foram escravizados ou passaram a pagar impostos para o império. As províncias
(regiões controladas por Roma) renderam grandes recursos para Roma. A capital
do Império Romano enriqueceu e a vida dos romanos mudou.
Principais
imperadores romanos : Augusto (27 a.C. - 14 d.C), Tibério (14-37), Caligula (37-41), Nero (54-68), Marco Aurelio (161-180),
Comodus (180-192).
Pão e Circo
Com o crescimento urbano vieram também os problemas sociais para Roma. A escravidão gerou muito desemprego na zona rural, pois muitos camponeses perderam seus empregos. Esta massa de desempregados migrou para as cidades romanas em busca de empregos e melhores condições de vida. Receoso de que pudesse acontecer alguma revolta de desempregados, o imperador criou a política do Pão e Circo. Esta consistia em oferecer aos romanos alimentação e diversão. Quase todos os dias ocorriam lutas de gladiadores nos estádios ( o mais famoso foi o Coliseu de Roma ), onde eram distribuídos alimentos. Desta forma, a população carente acabava esquecendo os problemas da vida, diminuindo as chances de revolta. |
Cultura Romana
A cultura romana foi muito influenciada pela cultura grega. Os romanos "copiaram" muitos aspectos da arte, pintura e arquitetura grega.
Os balneários romanos espalharam-se pelas grandes cidades. Eram locais onde os senadores e membros da aristocracia romana iam para discutirem política e ampliar seus relacionamentos pessoais.
A língua romana era o latim, que depois de um tempo espalhou-se pelos quatro cantos do império, dando origem na Idade Média, ao português, francês, italiano e espanhol.
A mitologia romana representava formas de explicação da realidade que os romanos não conseguiam explicar de forma científica. Trata também da origem de seu povo e da cidade que deu origem ao império. Entre os principais mitos romanos, podemos destacar: Rômulo e Remo e O rapto de Proserpina.
A cultura romana foi muito influenciada pela cultura grega. Os romanos "copiaram" muitos aspectos da arte, pintura e arquitetura grega.
Os balneários romanos espalharam-se pelas grandes cidades. Eram locais onde os senadores e membros da aristocracia romana iam para discutirem política e ampliar seus relacionamentos pessoais.
A língua romana era o latim, que depois de um tempo espalhou-se pelos quatro cantos do império, dando origem na Idade Média, ao português, francês, italiano e espanhol.
A mitologia romana representava formas de explicação da realidade que os romanos não conseguiam explicar de forma científica. Trata também da origem de seu povo e da cidade que deu origem ao império. Entre os principais mitos romanos, podemos destacar: Rômulo e Remo e O rapto de Proserpina.
Religião Romana
Os romanos eram politeístas, ou seja, acreditavam em vários deuses. A grande parte dos deuses romanos foram retirados do panteão grego, porém os nomes originais foram mudados. Muitos deuses de regiões conquistadas também foram incorporados aos cultos romanos. Os deuses eram antropomórficos, ou seja, possuíam características ( qualidades e defeitos ) de seres humanos, além de serem representados em forma humana. Além dos deuses principais, os romanos cultuavam também os deuses lares e penates. Estes deuses eram cultuados dentro das casas e protegiam a família.
Principais deuses romanos : Júpiter, Juno, Apolo, Marte, Diana, Vênus, Ceres e Baco.
Os romanos eram politeístas, ou seja, acreditavam em vários deuses. A grande parte dos deuses romanos foram retirados do panteão grego, porém os nomes originais foram mudados. Muitos deuses de regiões conquistadas também foram incorporados aos cultos romanos. Os deuses eram antropomórficos, ou seja, possuíam características ( qualidades e defeitos ) de seres humanos, além de serem representados em forma humana. Além dos deuses principais, os romanos cultuavam também os deuses lares e penates. Estes deuses eram cultuados dentro das casas e protegiam a família.
Principais deuses romanos : Júpiter, Juno, Apolo, Marte, Diana, Vênus, Ceres e Baco.
Crise e decadência do
Império Romano
Por volta do século III, o império romano passava por uma enorme crise econômica e política. A corrupção dentro do governo e os gastos com luxo retiraram recursos para o investimento no exército romano. Com o fim das conquistas territoriais, diminuiu o número de escravos, provocando uma queda na produção agrícola. Na mesma proporção, caia o pagamento de tributos originados das províncias.
Em crise e com o exército enfraquecido, as fronteiras ficavam a cada dia mais desprotegidas. Muitos soldados, sem receber salário, deixavam suas obrigações militares.
Por volta do século III, o império romano passava por uma enorme crise econômica e política. A corrupção dentro do governo e os gastos com luxo retiraram recursos para o investimento no exército romano. Com o fim das conquistas territoriais, diminuiu o número de escravos, provocando uma queda na produção agrícola. Na mesma proporção, caia o pagamento de tributos originados das províncias.
Em crise e com o exército enfraquecido, as fronteiras ficavam a cada dia mais desprotegidas. Muitos soldados, sem receber salário, deixavam suas obrigações militares.
Os povos germânicos,
tratados como bárbaros pelos romanos,
estavam forçando a penetração pelas fronteiras do norte do império. No ano de
395, o imperador Teodósio resolve dividir o império em: Império Romano do
Ocidente, com capital em Roma e Império Romano do Oriente (Império Bizantino),
com capital em Constantinopla.
Em 476, chega ao fim o Império Romano do Ocidente, após a invasão de diversos povos bárbaros, entre eles, visigodos, vândalos, burgúndios, suevos, saxões, ostrogodos, hunos etc. Era o fim da Antiguidade e início de uma nova época chamada de Idade Média.
Em 476, chega ao fim o Império Romano do Ocidente, após a invasão de diversos povos bárbaros, entre eles, visigodos, vândalos, burgúndios, suevos, saxões, ostrogodos, hunos etc. Era o fim da Antiguidade e início de uma nova época chamada de Idade Média.
Legado Romano
Muitos aspectos
culturais, científicos, artísticos e linguísticos romanos chegaram até os dias
de hoje, enriquecendo a cultura ocidental. Podemos destacar como exemplos deste
legado: o Direito Romano, técnicas de arquitetura, línguas latinas originárias
do Latim (Português, Francês, Espanhol e Italiano), técnicas de artes plásticas,
filosofia e literatura.
Imperialismo
e Neocolonialismo
História do Imperialismo no século XIX, imperialismo na África e Ásia, o neocolonialismo norte-americano,
industrialização no século XIX, Tratado de Nanquim, descolonização no século XX.
História do Imperialismo no século XIX, imperialismo na África e Ásia, o neocolonialismo norte-americano,
industrialização no século XIX, Tratado de Nanquim, descolonização no século XX.
História do
Imperialismo e Neocolonialismo
Na segunda metade do
século XIX, países europeus como a Inglaterra, França, Alemanha, Bélgica e Itália, eram considerados grandes potências
industriais. Na América, eram os Estados Unidos quem apresentavam um grande
desenvolvimento no campo industrial. Todos estes países exerceram
atitudes imperialistas, pois estavam interessados em formar grandes impérios
econômicos, levando suas áreas de influência para outros continentes.
Com o objetivo de
aumentarem sua margem de lucro e também de conseguirem um custo
consideravelmente baixo, estes países se dirigiram à África, Ásia e Oceania, dominando e explorando estes povos. Não
muito diferente do colonialismo dos séculos XV e XVI, que utilizou como
desculpa a divulgação do cristianismo; o neocolonialismo do século XIX
usou o argumento de levar o progresso da ciência e da tecnologia ao
mundo.
Na verdade, o que
estes países realmente queriam era o reconhecimento industrial internacional,
e, para isso, foram em busca de locais onde pudessem encontrar matérias primas
e fontes de energia. Os
países escolhidos foram colonizados e seus povos desrespeitados. Um exemplo
deste desrespeito foi o ponto culminante da dominação neocolonialista, quando
países europeus dividiram entre si os territórios africano e asiático, sem
sequer levar em conta as diferenças éticas e culturais destes povos.
Entre novembro de
1884 e fevereiro de 1885 foi realizado o Congresso de Berlim. Neste encontro,
os países europeus imperalistas organizaram e estabeleceram regras para a
exploração da África. Na divisão territorial que fizeram, a cultura e as
diferenças étnicas dos povos africanos não foram respeitadas.
Devido ao fato de
possuírem os mesmo interesses, os colonizadores lutavam entre si para se
sobressaírem comercialmente. O governo dos Estados Unidos, que já colonizava a
América Latina, ao perceber a importância de Cuba no mercado mundial, invadiu o
território, que, até então, era dominado pela Espanha. Após este confronto, as
tropas espanholas tiveram que ceder lugar às tropas norte-americanas. Em 1898,
as tropas espanholas foram novamente vencidas pelas norte-americanas, e, desta
vez, a Espanha teve que ceder as
Filipinas aos Estados Unidos.
Um outro ponto
importante a se estudar sobre o neocolonialismo, é à entrada dos ingleses na
China, ocorrida após a derrota dos chineses durante a Guerra do Ópio
(1840-1842). Esta guerra foi iniciada pelos ingleses após as autoridades
chinesas, que já sabiam do mal causado por esta substância, terem queimado uma
embarcação inglesa repleta de ópio. Depois de ser derrotada pelas tropas
britânicas, a China, foi obrigada a assinar o Tratado de
Nanquim, que favorecia os ingleses em todas as clausulas. A dominação britânica
foi marcante por sua crueldade e só teve fim no ano de 1949, ano da revolução
comunista na China.
Como conclusão,
pode-se afirmar que os colonialistas do século XIX, só se interessavam pelo
lucro que eles obtinham através do trabalho que os habitantes das colônias
prestavam para eles. Eles não se importavam com as condições de trabalho e
tampouco se os nativos iriam ou não sobreviver a esta forma de exploração
desumana e capitalista. Foi somente no século XX que as
colônias conseguiram suas independências, porém herdaram dos europeus uma série
de conflitos e países marcados pela exploração, subdesenvolvimento e
dificuldades políticas.
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