29/03/2015

A Crise de 1929


CONTEÚDO DOS  9ºS ANOS

O que foi, causas da crise de 29, a quebra da Bolsa de Valores de Nova York, Grande Depressão, a crise no Brasil, O New Deal, fim da crise


História da Crise de 29: contexto histórico

Durante a Primeira Guerra Mundial, a economia norte-americana estava em pleno desenvolvimento. As indústrias dos EUA produziam e exportavam em grandes quantidades, principalmente, para os países europeus. 

Após a guerra o quadro não mudou, pois os países europeus estavam voltados para a reconstrução das indústrias e cidades, necessitando manter suas importações, principalmente dos EUA. A situação começou a mudar no final da década de 1920. Reconstruídas, as nações européias diminuíram drasticamente a importação de produtos industrializados e agrícolas dos Estados Unidos. 


Causas da crise

Com a diminuição das exportações para a Europa, as indústrias norte-americanas começaram a aumentar os estoques de produtos, pois já não conseguiam mais vender como antes. Grande parte destas empresas possuíam ações na Bolsa de Valores de Nova York e milhões de norte-americanostinham investimentos nestas ações.
Efeitos da crise 

Em outubro de 1929, percebendo a desvalorizando das ações de muitas empresas, houve uma correria de investidores que pretendiam vender suas ações. O efeito foi devastador, pois as ações se desvalorizaram fortemente em poucos dias. Pessoas muito ricas, passaram, da noite para o dia, para a classe pobre. O número de falências de empresas foi enorme e o desemprego atingiu quase 30% dos trabalhadores.


A crise, também conhecida como “A Grande Depressão”, foi a maior de toda a história dos Estados Unidos. Como nesta época, diversos países do mundo mantinham relações comerciais com os EUA, a crise acabou se espalhando por quase todos os continentes. 


Efeitos no Brasil 

A crise de 1929 afetou também o Brasil. Os Estados Unidos eram o maior comprador do café brasileiro. Com a crise, a importação deste produto diminuiu muito e os preços do café brasileiro caíram. Para que não houvesse uma desvalorização excessiva, o governo brasileiro comprou e queimou toneladas de café. Desta forma, diminuiu a oferta, conseguindo manter o preço do principal produto brasileiro da época. Por outro lado, este fato trouxe algo positivo para a economia brasileira. Com a crise do café, muitos cafeicultores começaram a investir no setor industrial, alavancando a indústria brasileira.


New Deal: a solução 

A solução para a crise surgiu apenas no ano de 1933. No governo de Franklin Delano Roosevelt, foi colocado em prática o plano conhecido como New Deal. De acordo com o plano econômico, o governo norte-americano passou a controlar os preços e a produção das indústrias e das fazendas. Com isto, o governo conseguiu controlar a inflação e evitar a formação de estoques. Fez parte do plano também o grande investimento em obras públicas (estradas, aeroportos, ferrovias, energia elétrica etc), conseguindo diminuir significativamente o desemprego. O programa foi tão bem sucedido que no começo da década de 1940 a economia norte-americana já estava funcionando normalmente.





07/03/2015

BOM DIA, BOA TARDE, BOA NOITE
Seguindo o pedido de alguns alunos, em especial algumas alunas, nesta postagem alguns filmes de TERROR.
Bons filmes, assim espero. Bom divertimento a todos.
Somente uma observação: diferente do youtube, estes filmes são para assistir online. Eliminem as propagandas, ok?




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06/03/2015

BOA NOITE

Essa postagem especial vai para minhas alunas Miriam e Keterlin da sala 93.
divirtam-se:
BONS FILMES COMO PANO DE FUNDO A PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL











01/03/2015

A Torre Negra | Livro 01 - O Pistoleiro - Stephen King


PARA VOCÊ, MEU ALUNO OU ALUNA, QUE CURTE UMA LEITURA RECHEADA DE FICÇÃO, TERROR, MEDO E SOBRENATURAL, ENTÃO ESSA LEITURA É DAQUELAS QUE LHE TRARÃO PRAZER. COMO EU JÁ LI, RECOMENDO.


Assim começa a história de Roland de Gilead, o último pistoleiro, condenado a vagar por um mundo pós-apocalíptico em busca da lendária Torre Negra, lugar mítico que controla todo o tempo e todo o espaço. O Pistoleiro acompanha Roland em sua incansável perseguição ao enigmático homem de preto na paisagem desértica, quase atemporal, de um mundo arruinado. Alcançar sua misteriosa deusa nêmesis é apenas o primeiro passo em sua jornada rumo à Torre Negra, onde Roland espera que a rápida destruição de seu mundo possa ser interrompida ou até mesmo revertida.





m incansável imaginação, Stephen King dá continuidade à magistral saga épica de A Torre Negra. A Escolha dos Três lança o protagonista Roland de Gilead em pleno século XX, à medida que ele se aproxima cada vez mais de sua preciosa Torre Negra, sede de todo o tempo e de todo o espaço.
Um derradeiro confronto com o homem de preto revela a Roland, nas cartas de um baralho de tarô, aqueles que deverão ajudá-lo em sua busca pela Torre Negra: o Prisioneiro, a Dama das Sombras, a Morte. Para encontrá-los, o último pistoleiro, precisará atravessar três intrigantes portas que se erguem na deserta e interminável praia do mar Ocidental."






















15/02/2015






SÉRIES FANTÁSTICAS
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Uma das minisséries de maior sucesso da HBO, Band of Brothers coloca o telespectador
 dentro do universo da Segunda Guerra Mundial, enquanto mostra de perto a saga
 da lendária Companhia Easy, formada por soldados que se distinguem pela coragem,
 sacrifício, camaradagem e heroísmo na defesa de seus ideais.Em dez episódios,
 acompanhamos desde o treinamento pesado dos militares, que começa em 1942,
a sua chegada de para-quedas na França no Dia-D, em 1944, as suas ofensivas
 sempre na linha de frente do batalhão, até a tomada, em 1945, do refúgio de Hitler.
Ao início de cada episódio, há o depoimento de veteranos da Companhia Easy,
 cujas experiências estão traduzidas neste drama, que mostra os momentos
mais importantes vividos por cada um soldados. Além disso, grandes nomes
produzem a minissérie, garantindo sua qualidade: Tom Hanks e Steven Spielberg,
 ambos em seu primeiro trabalho para a televisão.





The Pacific é uma minissérie de dez episódios sobre a Segunda Guerra Mundial, produzida
 pela HBO,  Seven Network Australia e DreamWorks. Semelhante à minissérie Band of Brothers, 
de 2001,  que abordava a participação do exército dos Estados Unidos no Teatro de Operações Europeu 
da Segunda Guerra, a nova série se passa em meio às ações do Corpo de Fuzileiros Navais 
no Teatro de Operações do Pacífico.



Depois de uma noite de combate intenso, os fuzileiros navais americanos têm uma visão do inferno ao despertar nas areias de Guadalcanal – ilha da Oceania onde se iniciou, em 1942, a ofensiva dos Estados Unidos contra o Japão na II Guerra. Das pilhas de cadáveres que cobrem o que até horas antes era uma praia paradisíaca, sai um soldado japonês mais morto do que vivo – mas disposto a continuar lutando. "Maldito macaco amarelo", reagem os americanos – e alguns passam a se divertir dando tiros destinados a apenas ferir, sem matar, o inimigo, para prolongar seu sofrimento. A cena do primeiro episódio da minissérie The Pacific, que estreia em 11 de abril no canal HBO, é uma espécie de resumo das intenções de seus produtores, o diretor Steven Spielberg e o ator Tom Hanks. Assim como no filme O Resgate do Soldado Ryan (1998) e em outra série da HBO, Band of Brothers (2001), a dupla se une novamente para retratar, com crueza realista, o dia a dia dos combatentes do conflito. Ao longo de seus dez capítulos (que custaram 200 milhões de dólares, o maior orçamento de uma série de TV em todos os tempos),The Pacific se debruça sobre a disputa dos americanos com as forças do Japão imperial em ilhotas remotas. Como nas produções anteriores, que enfocavam o embate com os nazistas na Europa, Spielberg e Hanks examinam o efeito devastador da guerra sobre a mente (e o caráter) daqueles que são lançados nela. Mas a mudança para o teatro de operações do Pacífico permite que se toque em uma questão cara aos americanos na atualidade: as armadilhas do confronto com um inimigo cuja cultura lhes é impenetrável.
Em um episódio de Band of Brothers, um veterano que participou da frente europeia observava que, muito embora ele e seus colegas lutassem com os alemães até a morte, era possível imaginar que, em outra situação, eles seriam capazes de travar amizade com aquelas pessoas: de um lado e do outro do front, eram quase todos brancos e cristãos, com origens e modos de vida similares. Com o Japão dos tempos da II Guerra, dava-se o contrário. Tratava-se de um dos países mais isolados do mundo, cuja cultura e religião nada tinham em comum com o Ocidente. O choque entre as duas nações, portanto, não era apenas bélico – era um choque de civilizações. The Pacific não pretende ser uma alegoria dos dissabores americanos no Iraque ou da luta contra os terroristas islâmicos da Al Qaeda. Mas a escolha deste momento para relembrar aquele capítulo da história não poderia ser mais oportuna.
Foi no Pacífico que os Estados Unidos tiveram sua mais longa frente de atuação na II Guerra. Ela se iniciou em dezembro de 1941, com a entrada oficial do país no conflito, desencadeada pelo bombardeio japonês à base de Pearl Harbor – mais de seis meses antes de os americanos virem a atuar no front europeu. E só se encerrou com a capitulação do Japão, em setembro de 1945, depois do lançamento das bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki. O projeto da minissérie nasceu durante a produção de Band of Brothers, quando foram recolhidos depoimentos de veteranos das batalhas naquela parte do mundo. The Pacific se baseia na trajetória de três deles, Eugene Sledge, Robert Leckie e John Basilone (interpretados, respectivamente, pelos pouco conhecidos mas excelentes Joseph Mazzello, James Badge Dale e Jon Seda). A minissérie desnuda o horror que esses homens viveram. Havia, de um lado, os embates com o inimigo insidioso, bem armado e obstinado até um nível suicida. De outro, a angústia da fome, do tédio e de doenças como a malária. Essa situação limítrofe acarretou mais de 100 000 baixas só do lado americano – e levou milhares de combatentes a um quadro de stress pós-traumático. (Leckie foi um deles: depois do mergulho na barbárie, acabou internado num hospício.) Um veterano da Guerra do Vietnã foi encarregado de submeter o elenco a treinamentos excruciantes com o objetivo de reproduzir tal efeito.
O combate com guerreiros que obedeciam a um código de honra segundo o qual lutar até a morte era preferível a qualquer forma de rendição resultou em batalhas de pesadelo, como as de Guadalcanal, Okinawa e Iwo Jima. Uma praia no norte da Austrália foi fechada por vários meses para a reconstituição das batalhas. Foram transportados para lá 500 coqueiros, a fim de reproduzir a paisagem de lugares como Peleliu, ilha minúscula que foi palco de um dos enfrentamentos mais violentos, culminando na morte de quase 2 000 americanos e mais de 10 000 japoneses. Ainda que no momento do ataque já se soubesse que a conquista de Peleliu seria estrategicamente irrelevante, a rivalidade entre dois generais americanos – um defendia a invasão, o outro tentava sabotá-la – acabou multiplicando a carnificina. Na guerra, demonstraThe Pacific, o inimigo pode mesmo estar em toda parte. Até nas linhas aliadas.